31 outubro 2012

Viagem


Ia viajar até à Bairrada. Comer leitão (adorava), bom vinho tinto, de rolha (cortiça) a acompanhar, com o par ideal: o paraíso. Voltando, reforço no Almofariz.
Levantara-se demasiado cedo, para os seus hábitos. Despertador a tocar; a jornada era comprida.
Valera a pena! Fora um bom dia, apesar de ter tropeçado numa bola de ténis e picada por uma vespa, à entrada do restaurante. Socorrera-se de papel, embebido em vinagre, para a dor e o inchaço.
Estava feliz!

Isabel Pinto, Portugal

A dieta




Leitão à pururuca, rolha com odor de vinho de boa qualidade, embaralhado ao cheiro da mistura de temperos socados no almofariz...o despertador tocou e Julião lembrou que do sonho só restou a vontade de comer. Estava de regime e com raquete e bola de tênis na mochila rumou tal qual vespa para a quadra treinar e suar. Seu papel era perder peso para arrasar no verão...e do sonho só restou a lembrança do sorridente leitão!


Bia Hain, Brasil

Sonhar com leitão...


Estávamos a  comer um belo leitão,   quando se abriu o vinho, a rolha caiu dentro do almofariz fazendo um estrondo...
Nisto toca o despertador,  afinal tudo era um sonho, a que propósito foi sonhar hoje?
Agarra a bola de ténis, hoje ia precisar  dela, para  dar sorte. Pega na sua vespa, vai a toda a velocidade em direcção ao estúdio, hoje era dia de dar o melhor de si próprio, dia de representar o seu melhor papel.

Marina Maia, Portugal

Um desastrado...


Pedro Leitão era um desastre em casa, ou a fazer fosse o que fosse. Nunca tirava inteira a rolha ao abrir uma garrafa, partira o almofariz de estimação da mãe ao tentar fazer a primeira açorda e o despertador tocava sempre fora da hora que ele programara.
Um dia, tentou com uma 
bola de ténis matar uma vespa; o insecto escapou por um espaço inesperadamente aberto.  Quando a mãe chegou, um papel no frigorífico explicava a janela partida.

Maria Cecília Bruno, Lisboa

Um Natal atribulado!


Natal já estava chegando
E o 
leitão só a engordar
Todos da família amando
Pensando de seu sabor degustar

Pra 
rolha do vinho abrir
Mariana estava bem esperta
E naquele 
almofariz, temperos à curtir
Só de pensar ficou boquiaberta

Ainda era madrugada
despertador tocou
Mariana pulou da cama apavorada
E na 
bola de tênis escorregou

Uma 
vespa pela janela entrou
O rosto de Mariana picou
Saiu sangue, tudo melecou
Nem um 
papel, pra limpar, ela achou

Majoli Oliveira, Brasil
Também no blog:

30 outubro 2012

Receita



Num tabuleiro colocar o leitão. Tirar a rolha de uma boa garrafa de vinho, vertendo metade no bicho. Esmagar seis dentes de alho com sal num almofariz e barrá-lo. Deixe marinar. Vai ao forno. Acione o despertador para uma hora. Simples?
Porém, como o meu papel na cozinha é fraco, Domingo munida de raquete e bola de ténis, faço um joguinho. Depois monto a vespa com o namorado e vou almoçar ao Rui dos Leitões. Bem melhor!
Graça Pinto, 54 anos, Almada

O leitão cozinheiro



Era um leitão cozinheiro com a mania de andar com uma rolha de cortiça na narina esquerda. Certo dia, enquanto cozinhava, pegou no almofariz preferido e começou a esmagar os ingredientes. De repente cai o seu piercing de cortiça e fica tudo desfeito. Assusta-se com o despertador do forno e tropeça na sua bola de ténis, caindo em cima de uma vespa que o esperava com um ferrão medonho. O papel da receita voava livremente pela cozinha.

Sandra Marques, Portugal

Perder os óculos dá nisto...

O leitão tirou muito cuidadosamente a rolha de cortiça do nariz colocando-a inadvertidamente dentro do almofariz. Quando o despertador tocou, ainda meio a dormir, confundiu-a com a bola de ténis. Dando pela diferença, gritou: ai! A vespa sobressaltada acordou e curiosa perguntou: O que se passa? Nada, respondeu o leitão, ando sempre a fazer papel de parvo desde que perdi os óculos.

Dolores Cortés, Portugal

EXEMPLOS - desafio nº 23

Leitão sendo assado.
Nonno abre um espumante. A rolha salta. Cai no almofariz, onde nonna socava temperos para as bruschettas.
despertador toca. Césare levanta. Escorrega numa bola de tênis usada para acertar uma vespa que rondava à noite.
Outro grito, agora Bruno:
– Acabou o papel! Como faço?
– Ora, quer que te leve a rolha, já temperada? Não vais gostar! Vai arder muito... – fala nonno divertido.
Todos riem e a festa enfim começa!
Chica, Brasil

Como este leitão se fará rei da mesa, tu hás-de tornar-te campeão! – sentenciou o pai, sacando a rolha ao tinto para o tempero do bicho, à espera no almofariz. 
Era manhã de domingo, a única sem
 despertador, e havia assado no forno. Dia feliz, decerto, se nessa tarde triunfasse... Caso perdesse, sabia-o, teria de arrumar raquete, bola de ténis e esperança para sempre. 
A incerteza, qual teimosa
 vespa, zumbia-lhe ao ouvido: se falhasse, que papel lhe restaria?
 Rita Bertrand, 40 anos, Lisboa

– Sei exactamente aquilo que quero. Um leitão acabadinho de assar.
Rolha retirada da garrafa, almofariz para pisar o alho, agora era só aguardar que o despertador assinalasse o fim da cozedura.
Travessa na mesa, talheres de trinchar em punho e eis que uma bola de ténis aterra bem no meio da comida, salpicando-o com o molho, que uma vespa insistia em provar.
– Não querias mais nada – disse sibilante, pegando no jornal e afastando-a com decisão. – Papel abençoado.
 Quita Miguel, Cascais

O leitão Antão era actor. E viciado em champanhe. Mesmo agora, a dormir, sonhava com a rolha a saltar da garrafa. Acordou com ressaca. Como era muito esquisitinho, moeu a aspirina no almofariz e misturou com sumo. Ouviu o despertador tocar e lembrou-se: era dia de ensaio. Pegou na bola de ténis (ia fazer de tenista) e montou-se na vespa, o seu transporte preferido. Mentalmente rezou que se lembrasse das deixas do seu papel. E lá foi!
Alexandra Rafael, Portugal

O leitão tirou muito cuidadosamente a rolha de cortiça do nariz colocando-a inadvertidamente dentro do almofariz. Quando o despertador tocou, ainda meio a dormir, confundiu-a com a bolade ténis. Dando pela diferença, gritou: ai! A vespa sobressaltada acordou e curiosa perguntou: O que se passa? Nada, respondeu o leitão, ando sempre a fazer papel de parvo desde que perdi os óculos.
Dolores Cortés, Portugal

Num tabuleiro colocar o leitão. Tirar a rolha de uma boa garrafa de vinho, vertendo metade no bicho. Esmagar seis dentes de alho com sal num almofariz e barrá-lo. Deixe marinar. Vai ao forno. Acione o despertador para uma hora. Simples?
Porém, como o meu papel na cozinha é fraco, Domingo munida de raquete e bola de ténis, faço um joguinho. Depois monto a vespa com o namorado e vou almoçar ao Rui dos Leitões. Bem melhor!
Graça Pinto, 54 anos, Almada

Era um leitão cozinheiro com a mania de andar com uma rolha de cortiça na narina esquerda. Certo dia, enquanto cozinhava, pegou no almofariz preferido e começou a esmagar os ingredientes. De repente cai o seu piercing de cortiça e fica tudo desfeito. Assusta-se com o despertador do forno e tropeça na sua bola de ténis, caindo em cima de uma vespa que o esperava com um ferrão medonho. O papel da receita voava livremente pela cozinha.
Sandra Marques, Portugal

Natal já estava chegando
E o leitão só a engordar
Todos da família amando
Pensando de seu sabor degustar

Pra rolha do vinho abrir
Mariana estava bem esperta
E naquele almofariz, temperos à curtir
Só de pensar ficou boquiaberta

Ainda era madrugada
despertador tocou
Mariana pulou da cama apavorada
E na bola de tênis escorregou

Uma vespa pela janela entrou
O rosto de Mariana picou
Saiu sangue, tudo melecou
Nem um papel, pra limpar, ela achou
Majoli Oliveira, Brasil

Pedro Leitão era um desastre em casa, ou a fazer fosse o que fosse. Nunca tirava inteira a rolha ao abrir uma garrafa, partira o almofariz de estimação da mãe ao tentar fazer a primeira açorda e o despertador tocava sempre fora da hora que ele programara.
Um dia, tentou com uma bola de ténis matar uma vespa; o insecto escapou por um espaço inesperadamente aberto.  Quando a mãe chegou, um papel no frigorífico explicava a janela partida.
Maria Cecília Bruno, Lisboa

Estávamos a comer um belo leitão, quando se abriu o vinho, a rolha caiu dentro do almofariz fazendo um estrondo...
Nisto toca o despertador, afinal tudo era um sonho, a que propósito foi sonhar hoje?
Agarra a bola de ténis, hoje ia precisar dela, para dar sorte. Pega na sua vespa, vai a toda a velocidade em direcção ao estúdio, hoje era dia de dar o melhor de si próprio, dia de representar o seu melhor papel.
Marina Maia, Portugal

Leitão à pururuca, rolha com odor de vinho de boa qualidade, embaralhado ao cheiro da mistura de temperos socados no almofariz...o despertador tocou e Julião lembrou que do sonho só restou a vontade de comer. Estava de regime e com raquete e bola de tênis na mochila rumou tal qual vespa para a quadra treinar e suar. Seu papel era perder peso para arrasar no verão...e do sonho só restou a lembrança do sorridente leitão!
Bia Hain, Brasil

Ia viajar até à Bairrada. Comer leitão (adorava), bom vinho tinto, de rolha (cortiça) a acompanhar, com o par ideal: o paraíso. Voltando, reforço no Almofariz.
Levantara-se demasiado cedo, para os seus hábitos. Despertador a tocar; a jornada era comprida.
Valera a pena! Fora um bom dia, apesar de ter tropeçado numa bola de ténis e picada por uma vespa, à entrada do restaurante. Socorrera-se de papel, embebido em vinagre, para a dor e o inchaço.
Estava feliz!
Isabel Pinto, Portugal

Tobias, o leitão anão, entrou escondido no armário da cozinha da Sra. Amarela. Tropeçou nos pratos e panelas, caíram canecas e garrafas, tropeçou trapalhão numa rolha e caiu num espalhafato.
Estilhaçou-se o almofariz da prateleira de cima, atingido pela rolha voadora – o despertador da sesta da Sra. Amarela.  De remela nos olhos e bola de ténis a balançar dentro da cabeça, não viu a vespa debaixo da toalha de papel e foi picada de bom dia.
Cristina Milho, 37 anos, Portugal

Era uma vez um menino que comeu, ao almoço, leitão assado.
Foi buscar piripiri para colocar na carne, mas a rolha saltou e entornou o piripiri.
Depois foi buscar o almofariz e deixou-o cair em cima do pé.
despertador tocou, o menino assustou-se e caiu dentro do alguidar da roupa.
Levantou-se e levou com uma bola de ténis pela cabeça.
O menino foi pedir ajuda, mas apareceu uma vespa e picou-o no pescoço.
papel rasgou-se.    
Luís – EB Veiros – 3º ano
+
No sábado fui comer leitão assado. Tirei a rolha do sumo e coloquei o almofariz em cima da bancada da cozinha. No dia seguinte, o despertador tocou bem cedinho. Saí à rua e uma bola de ténis acertou-me na cabeça. Logo de seguida fui picado por uma vespa.
Vi um papel a voar e resolvi escrever a minha história.
Fui para a cama sonhar com as minhas aventuras e com o que iria escrever amanhã.
Boa noite!
João Filipe – EB Veiros – 4º ano
+
Estava uma linda manhã, o pequeno leitão e os amigos estavam a brincar aos arqueólogos. Acharam uma garrafa com umas coisas escritas e tiraram-lhe a rolha.
A mãe disse-lhes: 
- Venham almoçar! É açorda. Pisei alhos no almofariz.
No outro dia “… Ai se eu te pego, ai, ai se eu te pego” o despertador tocou.
Eu não sei da bola de ténis.
Ai!!! A vespa picou-me. Fui buscar um penso de papel.
A minha mãe curou-me.
João Miguel – EB Veiros – 4º ano
 +
A Dona Bisnaga tinha tido um leitão chamado Bismula, era a porquinha mais bonita da pocilga.
Um dia, a Bismula engoliu uma rolha, mas o almofariz conseguiu retirar-lha.
despertador tocou para irem comprar uma bola de ténis.
Mas uma vespa tinha comprado a última.
A Bismula disse-lhe:
- Sua vespa limpa e tolinha, dás-me a tua bola?
- Não. Não quero que fique a cheirar mal.
- Jogamos as duas, depois limpamos com papel.
- Ok.
Teresa – EB Veiros – 4º ano
leitão era a mascote de uma bruxa. Esse porquito tirou a rolha de uma poção mágica. Essa poção mágica era a poção de fazer flutuar.
A bruxa ficou muito zangada e ordenou-lhe:
– Vai para o teu quarto!
A bruxa pegou no almofariz e começou a fazer uma açorda.
No outro dia, o porco foi comprar um despertador vermelho e uma bola de ténis, mas uma vespa picou-lhe e ele foi desenhar numa folha de papel cavalinho.        
 António – EB Veiros – 4º ano  
Professora Carmo Silva

O leitão ainda não estava assado, mas a rolha já saltara do champanhe. O pai, irritado, procurava os copos e a mãe quase lhe dava com o almofariz para desamparar a cozinha. O despertador soou, a sobremesa estava pronta. Mas o verdadeiro caos instalou-se quando o Miguel atirou com a bola de ténis contra a janela para matar uma vespa. Não precisou de papel para limpar porque os gritos da mãe eram por causa do vidro partido.
+
Um leitão passeava pelos campos e em vez de bolotas, comia toda a rolha de cortiça que encontrava. A Beatriz dizia que devia comer nozes e partia as cascas no almofariz. Assustou-se quando o Tomás se aproximou com um despertador num alarme estridente. Chateada, agarrou numa bola de ténis perdida e atirou-a. Mesmo não tendo acertado, o miúdo começou aos berros por ter sido picado por uma vespa. O papel cómico que fazia aos saltinhos era hilariante.
Vanda Pinheiro, Portugal

Era uma vez um leitão que ansiava ser porco, mas o tempo andava devagar, parecia uma rolha que lhe tapava o almofariz do crescimento. Um dia, qual despertador, a campainha das ideias tocou; mais rápido que uma bola de ténis, mais sinuoso que uma vespa, voou até à cidade.
– Quero ser doutor, de papel passado – disse ele, quando, na universidade, lhe abriram a porta. – Tem que ser rápido, num dia.
Pura magia: ao sair já era porco.
Bau Pires, Portugal

Todos festejam, pois mataram o LEITÃO para servir de refeição. Para celebrar, abriu-se champanhe, foi a ROLHA pelo ar! Num momento infeliz, acerta a rolha no ALMOFARIZ. A noite seria sorridente, apesar daquele incidente…Passado uma hora, os amigos foram-se embora, deixando só a Dora.
Quando acordou, viu que estava atrasada, não ouviu o DESPERTADOR, coitada. Pegou numa BOLA DE TÉNIS, na raquete e zarpou na VESPA. Foi-lhe uma PAPEL à cara! Bum! A pressa saiu cara…
André Ferreira, Marinha Grande, ESEACD, profª Isabel Palmela
+
Aquele LEITÃO comilão!
Sempre a beber da garrafa… mas nunca a tapa com a ROLHA! Sempre a comer do ALMOFARIZ, pratos não existem no seu mundo.
 E quando toca o DESPERTADOR? Pega logo no pacote de bolachas que guarda mesmo atrás da BOLA DE TÉNIS!
Até na VESPA tem guardadas sandes meias comidas! Nos intervalos da escola, quando compra chocolates nem lhes tira o PAPEL. Come tudo de uma só vez! Aquele rapaz nunca há de aprender!
Sofia Santos, 8º ano, Marinha Grande, ESEACD, profª Isabel Palmela

Tenho um amigo, Leitão de nome, bem grande por sinal… Dorme com uma rolha na boca…
Barulhento ressonar (como um porco)!
Por casa, já pensaram triturar a preguiça dele com um almofariz. Colocaram um despertador em trabalhos forçados. Tarefa árdua para acordar o amigo Leitão!
Há quem vá para o seu quarto lançar uma bola de ténis contra as paredes… Parece que a vontade de acordar passa de vespa. Na mesinha de cabeceira, um papel escrito: Acordar ao meio-dia!
Carlos Nuno Granja, Portugal

És um leitão felizardo, diziam-lhe. És gordo, bem tratado! Mas ele sabia que esses dias haviam acabado. Como uma pequena rolha, assim se sentia, pois duma imensa fraqueza padecia. Seu fiel almofariz, sempre recheado, estava vazio, despedaçado. O despertador há horas tocou, mas ele ainda não almoçou! A bola de ténis fora solução, roeu-a à exaustão. Até uma vespa que passou, com pena do pobre coitado ficou. Como o seu papel mudou. Era verdade, a crise chegou.
Margarida Ramos, Portugal

Apertou o avental, escondeu os cabelos e arregaçando as mangas colocou o leitão já preparado no assador.
Arrancou a rolha a um bom tinto que juntou no almofariz com os últimos temperos.
Pincelou o porquinho e meteu-o ao forno. Ligou o despertador. Não podia assar de mais nem de menos. Macio e crocante, assim o queria.
Atirou uma bola de ténis à vespa que teimava em pousar nos pratos e escreveu no papel da ementa " Hoje há Leitão".
Maria da Graça Palhares, 59anos, portuguesa

O doutor Leitão sabe tudo (pensa ele!) e nunca se cala. Apetece-me enfiar-lhe uma rolha, goela abaixo, ou pisar-lhe a língua, num almofariz, para o calar.
Parece programado, como despertador que não se atrasa, para dar todas as respostas, a qualquer hora. Como bola de ténis, as suas palavras voam, arremessadas com violência. E fala, fala. O que diz pica, qual vespa viperina. Que papel grotesco!
Apenas ignora que “quem muito fala dá bom dia a jumento”.
Ana Paula Oliveira, Santa Maria da Feira

Quando o leitão ouvia a dona dizer à porta da pocilga: “Está quase bom para o forno” só pensava em tapar-lhe a boca com uma rolha ou atirar-lhe o almofariz à cabeça. Aquela frase parecia o toque de um despertador. Gostaria de fugir daquela prisão para jogar com a bola de ténis, comprar uma vespa em Roma ou voar pelo céu num papagaio de papel!
Acordou ao som daquela voz tenebrosa: “Está quase bom para o forno”… 
Eugénia Edviges Parracho

Num dia de calor o José no restaurante pede um leitão, estava esfomeado.
Animado com a ideia, propõe puré de batatas e uma garrafa de espumante. A empregada pega no saca-rolhas e Pooww!
Na Cabeça do José ouve-se a rolha. A indevida desastrada pelo que aconteceu prepara o puré no almofariz, entretanto o despertador do forno toca, esta abre e de imediato salta uma bola de ténis. Esta vê uma vespa, pega num papel e Zaáss!
Fábio Costa, 12 anos, Marinha Grande, Portugal

Armelinda ia fazer o almoço, era leitão. Tentou abrir a garrafa de vinho para temperar o animal, a rolha soltou-se e foi parar à taça onde estavam dentes de alho que iam ser esmagados no almofariz. O despertador do forno onde coziam as batatas, tocou com grande alarido. E a bola de ténis do vizinho foi parar à cozinha e partiu a janela. Entrou por lá uma vespa mas, por sorte, Armelinda matou-a com um papel
Margarida Neves, 8ºC nº 18- ESEACD - Marinha Grande, professora Rosa Miranda
+
O Miguel estava a preparar uma surpresa à mãe e resolveu fazer o almoço que ela mais gosta.
Preparou o leitão, retirou a rolha da garrafa de vinho, com o almofariz desfez o alho para a carne.
Enquanto esperava que o despertador do forno tocasse, pôs-se a jogar com uma bola de ténis e acertou numa vespa que estava em cima da mesa redonda. Ela, chateada, dá-lhe uma ferroada e vai-se embora fazendo o papel de anjo.
Cláudia Rodrigues 8ºC nº 11- ESEACD - Marinha Grande, professora Rosa Miranda
+
Lia Rodrigo, 8ºC nº 17- ESEACD - Marinha Grande, professora Rosa Miranda

Era um leitão de cortiça com uma rolha por nariz. Estava na montra, entre um almofariz de pedra e um despertador em forma de bola de ténis. Decidi oferecê-lo ao glutão do Alfredo. Entrámos na loja, mas uma vespa enfurecida atirou-se a mim. Tive de me defender com um rolo de papel que estava ali à mão. Um golpe mal calculado e o bácoro desfez-se em pedaços. Agora... vou ter de lhe oferecer um a sério. Assado.
Carlos Alberto Silva, Leiria

O almofariz tentou acordá-lo. Bateu à porta, fez barulho… Nada!
Decidiu pedir ajuda ao despertador que tocou com toda a força… Nada!
Chamaram, então, a bola de ténis que lhe destapou os ouvidos.
– Acordaste, finalmente! A vespa gigante aproxima-se!
Resolveram lutar! Fizeram um avião de papel e lançaram-no…
A vespa caiu e desmaiou.
Ainda hoje lá estão a comer pão com melão…
Os miúdos da Armando Guerreiro – 2º BG – Linda-a-Velha, Professora Sandra Reis

Em cima da cómoda estava o leitão de rolha que o avô tinha feito com as mãos trémulas e com a ajuda da navalha de bolso. 
Longe, ouvia-se a avó a esmagar o alho no almofariz: tempero para o jantar.
O despertador tocou. Atirei-lhe a bola de ténis, bingo! Em cheio. Despertador aniquilado.
Fechei novamente os olhos. Ouvi o avô subir para a sua vespa. Acelerou e nunca mais voltou.
Fechei os olhos. Acabou, também o papel.
Catarina Confraria Peças, Lisboa

Adoro leitão, da Bairrada tanto melhor. Comer o dito e ouvir saltar rolha do espumante que o acompanha, um pitéu…. Preparado com antiga receita, temperos e especiarias massacrados até à exaustão num almofariz.
Toca o despertador, levanto-me, à porta do quarto uma bola de ténis, quase caí. Na cozinha oiço um … ZZZZ, uma vespa, pousada no vidro, dou-lhe caça.  E agora? Um papel para a embrulhar e  sanita abaixo!.
Esperam-me lá em baixo, rumo à Bairrada!
Genoveva Pereira

Miguel Teixeira fazia anos. Uma festividade destas, o tio Arlindo arranjou um
bom LEITÃO.
– Quem quer abrir o Champanhe? – interrogou o tio.
– Eu! – disse o Miguel.
Ao abrir a garrafa, a ROLHA saltou e acertou no ALMOFARIZ.
O barulho foi tal que lembrava o irritante DESPERTADOR.
Finalmente, os presentes. Clarinda ofereceu-lhe uma BOLA DE TÉNIS e o resto da família arranjou uma estupenda prenda coletiva: ofereceu-lhe uma VESPA, embrulhada num fantástico PAPEL de embrulho azul.
João Silva, Marinha Grande

O leitão era super engraçado. Vivia a pisar nas rolhas pelo quintal afora. Sempre descontraído a procura de algo interessante para fazer ou para comer. Quando passava perto do almofariz dava sempre um espiada em busca de algo apetitoso para comer, quando surge um odor magnífico que o faz viajar pelo mundo gastronômico. 
De repente ele sai do êxtase e acorda com o despertador gritando e o trazendo-o para a realidade.
Nem se importa e vai logo pegando a sua bolinha de tênis para se aventurar com a vespa pelos campos floridos da Toscana que tem um papel fundamental para sua felicidade.
Teresinha Ferreira

Tobias, o leitão anão, entrou escondido no armário da cozinha da Sra. Amarela. Tropeçou nos pratos e panelas, caíram canecas e garrafas, tropeçou trapalhão numa rolha e caiu num espalhafato.
Estilhaçou-se o almofariz da prateleira de cima, atingido por uma  rolha voadora – o despertador da sesta da Sra. Amarela. De remela nos olhos e bola de ténis a balançar dentro da cabeça, não viu a vespa debaixo da toalha de papel e foi picada de bom dia.
Cristina Milho, 37 anos, Almada

Um bom garfo sabe, leitão assado necessita de bom vinho. Conhecedor, sabe que a rolha já indicará a qualidade. Ao examiná-la, o nariz nunca se enganou. Afinal, a degustação é muito importante, ninguém quer vinho avinagrado, é pior que receber um almofariz no pé, ou um despertador tocando às três horas. Vinho é um produto natural, nenhuma bola de ténis.
Em companhia, não reaja como se recebesse uma picada de vespa, fique no seu papel de cavalheiro.
Theo De Bakkere, 60 anos

despertador tocou!
Começou a lida!
A cozinheira pisava no almofariz, alhos, coentros e sal, para a açorda e
cozia as couves, que iriam alimentar o leitão.
O pequeno-almoço, cheirava tão bem!
– Menino Rui, cuidado com a vespa, pode picar, alertou a Luísa!
– Achei uma bola de ténis! – disse o menino.
Alguém chamou:
– Augusta, vamos às compras, já tens o papel com a lista?
– Tenho, sim, só preciso, antes de sair, de colocar a rolha na garrafa.
Arminda Montez, 75 anos, Queluz

Tarefas
Olhou Serafim correndo pelo jardim, parecia um leitão de tão rosado que estava.   
Tirou a rolha à garrafa e deitou umas gotas no almofariz junto aos temperos.
Temperou o peru e colocou-o no forno, ligou o despertador, não fosse esquecer-se dar-lhe a volta.
Uma bola de ténis entrou voando pela cozinha, zumbindo como uma vespa. Atirou a bola para o jardim ralhando com Serafim. Agarrou o papel com a lista das tarefas, riscou mais uma. Ai, festas!
Carla Silva, 40 anos, Barbacena, Elvas

Era uma vez um leitão bonacheirão que queria surpreender a namorada, a leitoa Goa. Comprou uma garrafa de cachaça, mas a rolha não abria nem à solha. O leitão foi buscar o almofariz para preparar o molho da perdiz. Soa então o despertador! A perdiz está de lamber o nariz! Chega a leitoa Goa com a bola de ténis na sua vespa amarela e o leitão bonacheirão fica branco como o papel porque a Goa traz farnel.
Maria de Fátima Torres Coelho, 30 anos, San Vicente de Alcantara, Espanha

Fui assar um leitão, enfiei-lhe uma rolha na boca. Depois, fui triturá-lo no almofariz.
De súbito, tocou o despertador, eu atirei-lhe uma bola de ténis e ele partiu-se. Fui à casa de banho antes de sair para o trabalho, e com a pressa esqueci-me das chaves da vespa.
Logo que cheguei ao trabalho, todos se começaram a rir de mim.
Quando olhei para os meus pés, tinha papel higiénico preso no sapato. Envergonhado, escondi-me, voltei para casa.
André Lourenço Rodrigues, 10 anos, Torres Vedras

Game over
Cuxito era atentado demais.
– Ainda asso esse leitão!
Naquele dia, o pestinha tinha comido a rolha do garrafão de vinho e derramado tudo! Toda farinha pilada no almofariz ele comeu!
Ana, atarantada com o berro estridente da Maria na cozinha, saiu correndo ,tropeçou , derrubou o velho despertador, escorregouna bola de tênis! Bateu a cabeça, fez um galo!
Ficou agitada como uma vespa no vespeiro!
Pegou papel e anotou Almoço domingo: Leitão a Pururuca!
Problemas resolvidos!
Roseane Ferreira, Estado do Amapá, Macapá, Extremo Norte do Brasil

Malaquias Leitão era arruaceiro quanto bastava. Às vezes precisava de uma rolha na boca ou malagueta moída no almofariz. Acordara sem despertador. O vidro, repentinamente, partira. No chão, a bola de ténis. Olhou pela janela. Era o vizinho Zacarias, montado na sua velha vespa, vociferando. Correu atrás dele gritando. Desistiu… Voltou para casa. Colado na porta, o papel ameaçava Malaquias. Não podia continuar a matar os gatos do Zacarias, mas, também, quem aguentava tanto miar à noite?

Amélia Meireles, 62 anos, Ponta Delgada

Dia azarado
Fui comer leitão assado,
Num dia muito azarado,
Saltou-me a rolha do vinho,
Saí de lá esfomeado!

Para comer a preceito
Usei um almofariz,
Fiz tão fraca miscelânea
Que nem comi o que fiz!

Como um despertador,
O meu estômago apitava,
Veio uma bola de ténis
Acertou-me disparada!

Uma vespa furibunda,
No seu papel irritante,
Ferrou-me sem piedade!
Inchei como um elefante!

Aconteceu tudo isto…
E sabem qual o motivo?
Numa sexta-feira treze,
Não devia ter saído!
 Maria do Céu Ferreira, 60 anos, Amarante

O tempo passava, e o LEITÃO por temperar.
Tirei a ROLHA da garrafa do bom vinho do Douro
e pisei no ALMOFARIZ todos os ingredientes do tempero.
Liguei o DESPERTADOR do forno.
Mas eu estava a ficar desesperada,
ele tinha saído, buscar uma BOLA DE TÉNIS.
Chegou com uma desculpa esfarrapada,
de um furo no pneu da VESPA.
Conclusão, chegaram os convidados
e eu não tinha o leitão assado.
Que belo PAPEL. Em...!
Meto-me em cada uma....
Natalina Marques, 57 anos, Palmela

Na quinta do Sr. Leitão
Os anos fui festejar
Do champanhe salta a rolha
Dentro do almofariz foi parar

Todo o mundo se assustou
Com o pum que a garrafa deu
O despertador disparou
E vi que era o meu

Logo o vidro se quebrou
A bola de ténis entrou
Gerou-se a confusão
A vespa aproveitou
E deixou o seu ferrão
Depois alguém gritou!!
Lenços de papel Sr. Leitão
E assim vou terminar
Sem o aniversário festejar.
Ana Maria Troncho, 66 anos, Academia Sénior de Estremoz

A açorda
O Leitão apanhou a rolha do chão da cozinha.
A Belmira fora a casa da vizinha buscar o almofariz para esmagar os coentros para a açorda.
Sempre tivera a mania da pontualidade e quando ouviu o despertador ainda mais nervoso ficou.
Sentiu, no estômago, o habitual aperto, como se uma bola de ténis estivesse ali entalada e ao mesmo tempo aquela dor como uma ferroada de vespa. 
Irritado, rabiscou num papel:  Belmira, que se lixe a açorda!!!!
Zuzu Baleiro, 68 anos, Academia Sénior de Estremoz

O leitão assado
Luísa pegou no leitão, colocando-o no tabuleiro. Tirou a rolha à garrafa e regou-o com o vinho.  Começou a preparar no almofariz a massa de alho, pimenta e sal.
Estava ensonada, acordou irritada com o barulho do despertador.
Meteu-o no forno.  O cheiro espalhou-se por toda a casa.
O enorme bicho assado dormia no tabuleiro, sobre a mesa, com uma bola de ténis na boca. A vespa voava à sua volta.
Luísa tapou-o com um grande papel.
Zuzu Baleiro, 68 anos, Academia Sénior de Estremoz

Quando o leitão chegou à escola, viu um aluno novo ― uma rolha. Quando foram almoçar, o leitão e a rolha ficaram doidos: era a primeira vez que comiam bife temperado no almofariz.
Passado três horas foram para casa e deitaram-se. De manhã o despertador tocou!
Foram brincar com a bola de ténis, mas apareceu uma vespa. Fugiram da vespa a gritar. Foram rápido buscar um papel e enfiaram lá a vespa.
Brincaram felizes a jogar ténis!
Isabel Pedrosa, 3º A, Park-is, Restelo, prof Sílvia Valério

 A cozinheira estava a preparar o leitão para assar. Tirou a rolha à garrafa de vinho, esmagou grosseiramente os dentes de alho e restantes temperos no almofariz e temperou a carne.
Programou o despertador e pôs-se a brincar com a bola de ténis, fazendo-a bater vezes sem conta no chão. Ups, uma vespa esmagada colada ao chão. Pegou num papel para a apanhar e colocar no lixo. O despertador tocou. Hora de colocar o leitão no forno.
Joana Loureiro, 29 anos, Corroios

Hum, aquele leitão que comi...! Só tenho um problema, quando se abre uma garra de vinho deito sempre a rolha fora!
Para mim, comer no almofariz é como não ter pratos em casa! 
despertador toca sempre às 7:30 para eu ir para a escola.
Mas eu não sou como os miúdos normais; eu só gosto das bolas de ténis!
O meu cunhado tem uma vespa incrível, mas nunca sabe onde deixa os papéis, eu gosto dele!  
Rafael Santos, 13 anos, Lisboa

Tenho uma quinta muito bonita. Tenho um leitão e outros animais. De manhã, quando o despertador tocou, vi os óculos de rolha de cortiça. Fui buscar comida para os animais. Quando pus comida no almofariz, disse:
― Vou precisar de mais comida para os meus animais ― e apontei no papel.
Disse o leitão: “ohg, ohg, ohg”. Quer dizer “uma vespa a picar o meu sobrinho”!
― Eu vou matá-la com uma bola de ténis.
E matei mesmo a vespa.
Sara Ribeiro, 10 anos, Lisboa

Bob, o leitão da família, entrou na cozinha. Meteu logo na boca a rolha do azeite, caída no chão.
Apressada, eu esmagava alhos no almofariz. No despertador já eram 2 horas!!
O jogo fora uma confusão! Deixáramos voar a única bola de ténis para a quinta ao lado, o João tivera de ir procurá-la de Vespa, e, como não a encontrara, escrevera-lhes um papel a pedir ajuda!
Resumindo: o almoço atrasara e as pessoas chegando… que fiasco!
Rosário P. Ribeiro, 60 anos, Lisboa

Leitão faz-me sempre lembrar o meu primeiro amor. Mais valia ter posto uma rolha de cortiça no coração, porque chafurdei o peito anos demais no chiqueiro.
Podeis não crer, mas triturou-me e esmagou-me no almofariz e sem especiarias… só com dor! Acreditei deixar de amar, como minha mãe.
30 anos depois pus o despertador a tocar para finalmente acordarAtirei-lhe com uma bola de ténis, sacudi-o como se de vespa se tratasse e encarnei um novo papel.
Eurídice Rocha, 51 anos, Coimbra

A maldita vespa
Era uma vez um leitão que um dia mordeu uma rolha e não gostou. Pegou no almofariz e fez o piso para a açorda. Enquanto comia tocou o despertador e ele correu para a escola.
No intervalo brincou com uma bola de ténis. Passou uma vespa e picou-lhe o braço. Foi buscar uma folha de papel à sala e escreveu: “Proibida a entrada a vespas!”
O leitão voltou para casa e adivinhem quem lá estava?
A vespa.
EB de Galveias, 3°/4° B, professora Carmo Silva

O jogador Leitão começou a brincar com uma rolha e mandou-a tão alto que caiu e bateu no almofariz que caiu em cima do despertador. Logo a seguir um amigo do Leitão disse-lhe se queria jogar ténis. Quando chegaram ao campo a bola de ténis estava à beira de uma vespa, então eles fizeram um avião de papel para acertar na vespa e conseguiram a bola. Eles, depois de brincarem, foram comer e ficaram amigos para sempre.
Hugo Sousa, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

Um dia o Miguel foi comer leitão com os amigos. Quando abriram o champanhe a rolha saltou e caiu no almofariz.
Num dia o despertador tocou, o Miguel acordou, preparou-se e foi jogar ténis mas não encontrou a bola de ténis, então pensou que não devia ir porque estava doente. Ficou em casa a ver televisão e entrou uma vespa zangada na casa e ele matou-a com lenços de papel que tinha no bolso rasgado das calças.
António Guedes, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

Há alguns dias atrás, comi um leitão delicioso a acompanhar com uma garrafa de água que tinha uma rolha. Enquanto comia, a minha mãe estava a moer alho com um almofariz.
No dia seguinte, acordei quando o meu despertador tocou. Estava a avisar-me que tinha de ir para o ténis. Peguei na minha raquete, na minha bola de ténis e fui para a aula. Mas no caminho uma vespa picou-me, tentei acertar-lhe com um papel, mas falhei.
Leonor Afonso, 6°A, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

Um Leitão vivia numa casinha à beira mar.
Ele foi a casa da mãe almoçar. A mãe tinha uma garrafa de vinho aberta e pediu ao filho uma rolha.
Enquanto esmagava alho com a almofariz, pôs um despertador para o bolo não queimar. A seguir ao almoço, o Leitão pegou na bola de ténis, na raquete e foi embora.
A meio do caminho encontrou uma vespa e matou-a com um papel que tinha no bolso do casaco.
Mariana Afonso, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

Há alguns dias atrás, comi um leitão delicioso a acompanhar com uma garrafa de água que tinha uma rolha. Enquanto comia, a minha mãe estava a moer alho com um almofariz.
No dia seguinte, acordei quando o meu despertador tocou. Estava a avisar-me que tinha de ir para o ténis. Peguei na minha raquete, na minha bola de ténis e fui para a aula. Mas no caminho uma vespa picou-me, tentei acertar-lhe com um papel, mas falhei.
Leonor Afonso, 6°A, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

Um Leitão vivia numa casinha à beira mar.
Ele foi a casa da mãe almoçar. A mãe tinha uma garrafa de vinho aberta e pediu ao filho uma rolha.
Enquanto esmagava alho com a almofariz, pôs um despertador para o bolo não queimar. A seguir ao almoço, o Leitão pegou na bola de ténis, na raquete e foi embora.
A meio do caminho encontrou uma vespa e matou-a com um papel que tinha no bolso do casaco.
Mariana Afonso, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

Mafalda Domingos, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

Na terra distante das galinhas mágicas, havia um leitão voador que usava rolhas na barriga para disfarçar as banhas e um almofariz como telemóvel para falar com os amigos unicórnios. Em vez de um despertador, usava uma máquina de atirar bolas de ténis. Que dorminhoco! Todos os dias brincava com a sua amiga vespa ao “Quem sou eu?”, mas nunca acertava –  ora era uma iguana ora era uma tartaruga, ora era um papel ora era uma colher. 
Sofia Lopes, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

Olá, eu sou João, o Leitão. Vou-vos falar sobre mim! Uma coisa de que eu gosto são as rolhas, porque elas ajudam-me a evitar o barulho. Eu sou um porco, e gosto muito de comer! O que eu uso para cozinhar, é um almofariz, porque eu gosto da comida em papinha! O meu despertador toca cedo para eu ir brincar, com bolas de ténis, com a minha amiga, a Vespa. E para nós fazermos aviões de papel.
Joana Dias, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

Conheci um certo leitão, costumam achá-lo estranho, ele usa rolhas nos pés porque não quer tocar no chão, e um almofariz para tentar comunicar-se com extraterrestres.
No despertador tem uns vinte alarmes porque ele nunca consegue acordar à primeira.
Na sua estante encontramos uma bola de ténis coberta de ouro, isto porque um dia uma vespa tentou roubá-la, e agora, está demasiado pesada para ela. Ele adora ténis, afinal, é ele quem tem o papel de árbitro.
Íris Freitas, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

O mundo mágico dos leitões é aquele onde os leitões falam e governam, as pessoas roncam e brincam na lama. A única forma de conseguir parar a fome dos leitões era pôr-lhes uma rolha ou um almofariz. Eles dormiam muito, às vezes nem o despertador resultava. Eles dormiam que nem " porcos", nada os conseguia acordar, nem mesmo uma bola de ténis a bater na sua cara, só quando uma vespa de papel lhes tocava eles acordavam.
Maria Ribeiro, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

Era uma vez um leitão que queria beber, mas havia uma rolha que não o deixava. Entretanto começou a ficar com dores de garganta e foi buscar um comprimido. Como não consegue engolir o comprimido inteiro, pegou no almofariz e esmagou-o. Entretanto foi descansar e passando algum tempo o despertador tocou e ele acordou e viu que estava em cima dele uma bola de ténis que foi a vespa que trouxe com o seu avião de papel.
Beatriz Lourenço, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

Em um dia bonito,
O leitão não pode faltar!
Eu ainda nem lá cheguei
E já se ouve a rolha do vinho a saltar!

No almofariz a broa moída,
O despertador já calado.
A bola de ténis do meu amigo
Fez uma vespa cair para o lado!

Eu já voando como um papel ao vento,
Saboreando a minha bela refeição,
Ficando assim marcado
Como o dia do leitão.

O melhor alimento
Para saberem
O que é suculento!
Leonor Pedrosa, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

O Miguel tem uma quinta no campo.
Nessa quinta existe um pequeno leitão chamado Rolhas. 
Certa madrugada fria, o Miguel acordou com um som estranho.
Furioso por ser tão cedo, pegou no almofariz e esmagou o despertador que o acordou.
Tomou café e abriu a porta.
O Rolhas aproximou-se dele e o Miguel lançou-lhe uma bola de ténis e ele correu atrás dela.
De repente, uma vespa entrou em casa e o Miguel matou-a com um papel.
André Fernandes, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

O José tem um leitão que adora brincar com uma rolha. A Paula está na cozinha a esmagar cebolas num almofariz. De repente o despertador toca!
― É hora de jogar! ― disse o João.
― Já trouxe a bola de ténis ― disse o irmão do José.
Já tinham chegado ao campo, estava um calor desgraçado e lá no fundo do campo havia uma vespa.
A vespa chocou contra o José e ele disse:
― A vespa afinal era feita de papel!
Gonçalo Moreira, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

A minha avó faz um leitão delicioso.
Numa garrafa com rolha guarda um tempero que mistura com umas ervas que tritura num almofariz. Ela usa o despertador para controlar o tempo que o leitão está no forno.
Este domingo fui almoçar a sua casa. No quintal brincava com uma bola de ténis quando ela me chamou para a mesa. Fui mais rápido que uma vespa a sentar-me. E usei um guardanapo de papel para não me sujar.
João Torres, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

Era uma vez um leitão que queria beber, mas havia uma rolha que não o deixava. Entretanto começou a ficar com dores de garganta e foi buscar um comprimido. Como não consegue engolir o comprimido inteiro, pegou no almofariz e esmagou-o. Entretanto foi descansar e passando algum tempo o despertador tocou e ele acordou e viu que estava em cima dele uma bola de ténis que foi a vespa que trouxe com o seu avião de papel.
Beatriz Lourenço, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

Em um dia bonito,
O leitão não pode faltar!
Eu ainda nem lá cheguei
E já se ouve a rolha do vinho a saltar!

No almofariz a broa moída,
O despertador já calado.
A bola de ténis do meu amigo
Fez uma vespa cair para o lado!

Eu já voando como um papel ao vento,
Saboreando a minha bela refeição,
Ficando assim marcado
Como o dia do leitão.

O melhor alimento
Para saberem
O que é suculento!
Leonor Pedrosa, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

Era uma vez um leitão casado com uma rolha. Um dia estava a esmagar nozes com o almofariz para comer, pois era hora de jantar. Foram dormir, e de manhã toca o despertador e lá foram jogar com a sua bola de ténis. Quando estavam a chegar a casa viram uma vespa que a picou. A rolha ficou triste por o leitão não a ter protegido. Então ele resolveu escrever um papel de amor para a rolha.
Rodrigo Oliveira, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

Acordei hoje de manhã e desci as escadas. Estava a minha mãe e o meu irmão a tomar o pequeno-almoço. Vesti-me e fui para a escola. Entretanto acabaram as aulas, fui para casa. Comi leitão com batatas. O meu pai tirou a rolha do vinho e pôs na coleção.
Peguei no almofariz para partir o despertador que não parava de tocar, peguei numa bola de ténis para matar uma vespa, mas só consegui matá-la com um papel.
Simão Pinto, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

Era uma vez, um velho lavrador que vivia numa quinta. E um dia decidiu cozinhar um leitão e foi buscar uma garrafa com uma rolha. E cozinhou o animal dentro de um almofariz, mas enquanto cozinhava, o seu despertador tocou, o que significava que estava na hora de jogar com a sua bola de ténis. Mas não quis saber e continuou a cozinhar, quando de repente apareceu uma vespa com um papel a dizer: “Fim da história!”.
Rute Reis de Jesus, 5.º, Colégio Bernardette Romeira, profs Joana Romano e Inês Martins

Conhecemos o professor Leitão, um homem gentil e dedicado à profissão! Para alunos faladores, usava a técnica da rolha na boca, diferente dos outros professores! De almofariz na mão, usava-o sempre para acabar com a confusão! Para os distraídos, tinha um despertador barulhento que ruidava os ouvidos! Aos irrequietos, para aliviar-lhes o stress, oferecia uma bola de ténis a quem quisesse! Tinha, como assistente, uma vespa de papel, que simulava picar os preguiçosos e ativá-los com mel!
4ºA, Escola da Ermida, São Mamede, de Infesta-Matosinhos, prof Liliana Mendes

Era uma vez um leitão, já velho, a cada dia que passava, menos forças tinha… Ele vivia numa quinta e nesse lugar, havia uma rolha mágica.
Um dia, teve uma ideia, esmagar com o almofariz a coisa que ele mais detestava: o despertador. Depois dessa experiência fantástica, quis ir jogar ténis, com a sua melhor bola de ténis, mas quando estava a jogar reparou numa vespa que estava num papel. Como tinha medo decidiu ir para casa.
Marta Varela, 5.º, Colégio Bernardette Romeira, profs Joana Romano e Inês Martins

Numa festa de aniversário, comiam um leitão até ao momento em que saltou uma rolha de champanhe. A avozinha que estava a moer nozes num almofariz, assustou-se porque tocou o despertador para entregarem os presentes. Num embrulho vinha uma bola de ténis. Quando acabaram de abrir os presentes, apareceu uma Pinhata, em forma de vespa de papel. No final, um menino deu com um taco de basebol e começou a “chover” doces. E assim acabou o dia…
Afonso Morais, 6.º A, Colégio Bernardette Romeira, profs Joana Romano e Inês Martins

Num dia de sol, o leitão Francisco e a sua mulher, a Dona Rolha, estavam a fazer puré com um almofariz.
Estavam a preparar a comida para a festa da Rolha, que era no dia vinte e sete de dezembro. Nesse dia, no dia do seu aniversário, foi acordada pelo seu despertador mágico. Na sua festa apareceu a sua amiga Maria Papoila, que era uma bola de ténis, a vespa Marta Bibi e o papel, Miguel Barrote.
Giovanna Boldori, 6.º A, Colégio Bernardette Romeira, profs Joana Romano e Inês Martins

Um dia fui à minha quinta ver o leitão. Quando lá cheguei, o meu tio mostrou-me onde ficava, era longe, por isso, fui a pé. O tempo passou… Estava cansada e resolvi beber água, mas a garrafa caiu e a rolha rolou até ao leitão, que a engoliu. A minha tia moeu com o almofariz as ervas, só que o despertador tocou e levou com uma bola de ténis e foi picada por uma vespa de papel.
Nolwenn Graça, 6.º A, Colégio Bernardette Romeira, profs Joana Romano e Inês Martins

Um dia, o Robinson Crusoé ficou sem comida, encontrou um leitão, matou-o e levou-o para casa. De seguida, cortou uma árvore de cortiça e fez uma rolha para tapar a sua garrafa de água. De imediato, pôs dentro de uma taça algumas frutas e moeu com um almofariz de vidro.
No dia seguinte, ouviu o som do despertador, desligou-o e foi passear pela praia e encontrou uma bola de ténis e uma vespa de papel grande amarela.
Afonso Martins, 6.º B, Colégio Bernardette Romeira, profs Joana Romano e Inês Martins

Um dia, o pequeno leitão Dinis, estava em sua casa, quando encontrou uma rolha no chão. Perto dela, estava um almofariz muito estranho… De repente, o leitão lembrou-se de que o seu despertador, não tinha tocado e já estava na hora de fazer uma partida de ténis. Enquanto procurava a bola de ténis, reparou que em cima dela, estava uma enorme vespa. Pegou num papel, esmagou-a e conseguiu pegar na bola. E finalmente jogou pela tarde fora…
Francisco Catarino, 6.º B, Colégio Bernardette Romeira, profs Joana Romano e Inês Martins

Havia um agricultor e um leitão, que viviam numa bela quinta, quando era altura do banho, o homem punha uma rolha em cada narina, pois o fedor do animal era insuportável…
Certo dia, o agricultor pensou em comer o porco, com umas especiarias moídas no almofariz. Mas pensou em como o animal era feliz, ao em fazer de despertador todas as manhãs e como se divertia a brincar com a Bola de Ténis, uma vespa de papel.
João Pedro, 6.º B, Colégio Bernardette Romeira, profs Joana Romano e Inês Martins

Era uma vez, um leitão que comia tudo o que lhe aparecia à frente.
Certo dia, entrou pela janela da casa do dono, viu uma rolha e devorou-a. No dia seguinte, viu o dono moer a sua comida, num almofariz, ficou tão enraivecido, que o comeu em três tempos. O dono comprou um despertador em forma de bola de ténis. Após devorar tudo, o pobre do animal foi picado por uma vespa e transformou-se num papel amarelo.
Leonardo Schenk, 6.º B, Colégio Bernardette Romeira, profs Joana Romano e Inês Martins

 Num dia de verão, o pai cozinhava um leitão e pediu ao filho, Pedro Rolha:
― Filho, traz aí o almofariz!
Depois de acabarem de comer, foram dormir a sesta.
Quando de repente, os dois acordaram com o ruído do despertador. Estava na hora do jogo de ténis! Foram buscar a bola de ténis e jogaram alguns minutos, pois o Pedro tinha sido picado por uma vespa, enquanto chorava, o pai limpava a picada com um papel.
Luca Stabile, 6.º B, Colégio Bernardette Romeira, profs Joana Romano e Inês Martins

Gosto de comer leitão! Quando há festas em minha casa, os meus pais tiram a rolha das garrafas. A minha mãe faz bolos e utiliza um almofariz para moer as nozes. No dia seguinte, de manhã quando é para ir para a escola, o meu despertador toca para eu acordar. Ao final do dia, brinco com o meu cão e com a sua bola de ténis e antes de dormir começo a desenhar uma vespa num papel.
Maria Beatriz Andrade, 6.º B, Colégio Bernardette Romeira, profs Joana Romano e Inês Martins

Certo dia, fui pescar com o meu pai ao Farol. Antes do almoço já tinha pescado dois robalos e duas trutas. Para comer, levamos um leitão, um sumo e uma garrafa de vinho para o meu pai. A rolha ficou guardada, junto ao almofariz.
Após o almoço fui dormir e meti o despertador para as catorze horas.
Quando acordei, vi uma bola de ténis e fui picado por uma vespa, que voava num avião gigante de papel.
Martim Lourenço, 6.º B, Colégio Bernardette Romeira, profs Joana Romano e Inês Martins

Olá! Chamo-me Miriam e tenho onze anos. Sou filha da Ana Cláudia e do Luís Miguel, sou filha única e de pais separados. A minha comida favorita é massa carbonara e rissóis de leitão. Eu faço coleção de um tipo de rolha de cortiça de garrafas. A minha avó, sempre que cozinha, utiliza um almofariz.
No sábado passado, acordei com o toque do despertador, joguei com a bola de ténis e brinquei com uma vespa de papel.
Miriam Boneco, 6.º B, Colégio Bernardette Romeira, profs Joana Romano e Inês Martins

Chegou finalmente o dia do grande Festival Artístico, no “Meu Arena”, mas antes de ir vou dar comida ao meu leitão Brincalhão e tirar a rolha do seu brinquedo favorito.
Quando cheguei à cozinha tinha o almofariz partido, o despertador sem pilhas e a bola de ténis esmagada no chão azul.
― Arghhhh! Maldito leitão!
O dia estava a correr muito mal e para ajudar, quando ia para o concerto fui picada por uma vespa de papel.
Maria Margarida Espanhol, 6.º B, Colégio Bernardette Romeira, profs Joana Romano e Inês Martins